|
Quase que diariamente ouvimos alguém citar
as expressões: a “Palavra de Deus” e a “Palavra do Senhor”. Mecanicamente,
nós mesmos as repetimos como se estivéssemos falando oi ou tchau para um
amigo. Mas o que a “Palavra de Deus” deve significar em nosso cotidiano?
Esse termo não pode ser apenas repetido, precisa ser interiorizado para
ser experimentado em todo o seu poder transformador.
Tiago, servo de Jesus Cristo, afirmou que o cristão deve vivenciar a
Palavra. Para isso, o hábito de leitura das Escrituras precisa ser
redescoberto. O estudo cuidadoso do texto bíblico, em seus aspectos gerais
e em suas afirmações diretas a nós deve ser encarado como uma tarefa
altamente recompensadora. A Palavra de Deus não exige apenas intelecto,
mas acima de tudo quebrantamento. Não devemos lê-la de forma relapsa –
porque diariamente, ouvimos tantos, sobre tantas coisas e nada sobre Deus
- por essa razão precisamos dar a ela a importância que apenas ela merece:
afinal, por meio dela, podemos chegar a ouvir o Criador!
Ser praticante da “Palavra de Deus” é conhecê-la. É entender quais são os
planos de Deus para as nossas vidas. Sabem por quê? Ela tem poder de dar
vida aos mortos. É a lei perfeita, a lei da liberdade. Ela nos dá
esperança, nos exorta, nos corrige, nos encoraja, nos aquieta, nos acalma,
nos alegra, e revela o que há em nossos corações.
Aquele que apenas ouve a Palavra de Deus, logo a esquece. Mas aquele que
faz tudo com base nas Escrituras perseverará em meio a qualquer situação e
será bem-aventurado. Porque está escrito; “Nem só de pão viverá o homem,
mas de toda palavra que vem da boca de Deus”.
|