Mas, pergunta agora às
alimárias, e cada uma delas to ensinará; [...] até os peixes do mar to
contarão. Jó 12.7-8
Minha amiga Naomi e eu havíamos saído para dar uma caminhada de lazer num
lindo dia de primavera. Paramos sobre uma ponte para olhar o rio borbulhante
que passava abaixo.
Observamos, fascinadas, um cardume de peixes que tentava, repetidamente,
nadar rio acima. Por várias vezes, quando achávamos que haviam conseguido,
um peixe ficava para trás. Em segundos, todo o cardume voltava e fazia nova
tentativa para seguir adiante.
"Acho que seria melhor se eles deixassem esse peixe para trás", aventurei-me
a dizer. "Ele os impede de ir a qualquer lugar."
Naomi, no entanto, tinha uma opinião diferente: "Na verdade, acho bom que
eles voltem sempre atrás", ela disse. "É assim que deveríamos tratar nossos
irmãos e irmãs. Deveríamos parar e ajudá-los quando caírem, ao invés de
deixá-los lutando sozinhos."
Sua resposta, tão diferente da minha, me constrangeu. Fiquei pensando se
tenho a tendência de ser mais julgadora e impaciente com os outros do que
cuidar deles e oferecer-lhes auxílio. Quando caímos, seja por nossos
próprios pecados ou por ações que estão além do nosso controle, necessitamos
que outras pessoas nos encontrem e nos ajudem a levantar
PENSAMENTO PARA O DIA: Quando paramos para ajudar alguém, todo o mundo
progride para o que Deus quer de nós.

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